Sociedade Patense - Páginas 6 e 7 - Folha Patense - 20/06/2026
Páginas 6 e 7 - Folha Patense - 20/06/2026
Aniversário
Dezoito anos de Eduarda Amorim Maia
Duda, você chega aos 18 esbanjando beleza e carisma; tem luz própria, sorriso que contagia e um jeito doce de encantar todo mundo ao redor. Você é daquelas pessoas que entram no ambiente e tudo fica mais bonito. Que essa maioridade venha com voos altos, sonhos realizados e muita alegria. Que você continue sendo essa menina-mulher incrível, de coração grande e personalidade marcante.
Parabéns! Que sua nova fase seja abençoada e cheia de motivos para brindar.
Destaque Social
Dra. Camila Bomtempo: Beleza com Ciência e Olhar Humano
Patos de Minas ganha cada vez mais referência em saúde e estética com o trabalho da Dra. Camila Bomtempo. Médica com pós-graduação em Dermatologia e Estética Médica e fellow em Cirurgia Dermatológica, Dra. Camila une técnica e sensibilidade em cada atendimento. Sua atuação é voltada para tratamentos capilares, estéticos e cirurgia dermatológica, sempre com foco em resultados naturais e personalizados. O diferencial? A abordagem humana e individualizada. Dra. Camila acredita que cada paciente é único e merece um olhar cuidadoso, que realce sua beleza sem exageros.
Elegância, competência e carisma definem essa profissional, que é sinônimo de confiança na cidade. Patos se orgulha de ter talentos assim. Dra. Camila Bomtempo Dermatologia | Estética Médica | Cirurgia Dermatológica. Beleza é saúde com naturalidade - Clínica da Mulher - Contato (34) 3826-0600.
A beleza patense tem nome, sobrenome e brilho próprio; tem elegância que não pede licença pra encantar!
Renata Lobo
Nayara Pinheiro
Sônia Alves
Tributo à Margarida Malheiro
Quando nasceu, recebeu nome de flor. E talvez Deus, ao olhar aquela menina nascida em Patos de Minas, já soubesse que dentro dela caberia um jardim inteiro de talentos. Maria Margarida Borges Malheiro de Queiroz, nossa querida Margarida Malheiro, filha de José Ventura Malheiro Cardoso da Silveira, de nacionalidade portuguesa, e de Maria Pepitinha Borges Malheiro, herdou da mãe a delicadeza artística. Ainda menina, fazia vestidos para suas bonecas, sem imaginar que um dia suas mãos vestiriam sonhos e encantariam gerações. Tudo nela refletia arte. Pintora, escultora, costureira, bordadeira, alegorista, confeiteira, professora. Além disso, de suas mãos, de ponto em ponto, o crochê e o tricô ganhavam forma. As linhas e os carretéis obedeciam à sua delicadeza. Os alinhavos e pespontos viravam poesia. Margarida tinha um sorriso quase angelical, desses que pareciam iluminados por dentro. Buscando sempre mais conhecimento, estudou em Belo Horizonte, cursou o pré-vestibular no Colégio Champagnat e foi aprovada em primeiro lugar na Escola de Belas Artes Professor Aníbal de Matos. A vida, porém, colocou dificuldades financeiras em seu caminho e a impediu de seguir, naquele momento, a formação que tanto merecia. Ainda assim, a arte nunca deixou de habitá-la. Prendada como a mãe, e inspirada também pela madrinha Maria José, Margarida aprendeu cedo a costurar, bordar, criar e transformar. E, como toda grande mestra, não guardou seus dons apenas para si; ensinou muitas pessoas ao longo da vida, espalhando talento, incentivo e amor em cada ensinamento. Casou-se com Olympio Borges de Queiroz, o moço alto e bonito que certamente despertava olhares por onde passava. Viveu um casamento admirável, construiu uma família linda e tornou-se mãe de sete filhos: Marcelo, Luciana, Flávia, José Malheiro, Gabriela, Stela e Gorete. Mais tarde vieram os netos Olívia, Franco, Maria Clara, Pedro Antônio, Ana Elisa, Guilherme, Fernanda, Olympio, Arthur, Luiza e Luciana. E vieram também as bisnetas Verônica e Geórgia, flores novas brotadas do amor que Margarida espalhou pelo mundo. Sua criatividade não conhecia limites. Um saco de cimento virava silhuetas. Fibras, plástico, couro e sisal transformavam-se em arte. Como alegorista, deixou sua marca nas festas e tradições de Patos de Minas. Criou carros alegóricos, desenhou fantasias, confeccionou vestidos e faixas para candidatas a Rainha do Milho, ajudando a colorir a cultura da cidade com sua imaginação e seu talento raro. Bordava à mão e à máquina. Fazia crochê, crivo, ponto cruz, tricô e rendas como quem conversava com Deus. Também era confeiteira talentosa. Fazia bolos para noivados, aniversários e festas infantis, sempre colocando beleza até nos pequenos detalhes. Era dessas mulheres raras, que transformam qualquer celebração em memória afetiva. Polivalente e dona de uma sensibilidade artística incomum, organizava blocos de carnaval, criava desenhos, pintava, fazia doces caseiros e biscoitos finos. Sua alma parecia incapaz de viver sem criar. Sua arte inspirava quem estava por perto. Para muitos, inclusive para mim, Margarida mostrou que a arte também pode ser abrigo, refúgio e reencontro consigo mesmo. No dia 2 de maio de 2022, Margarida partiu. E, naquele instante, a arte chorou, as linhas se recolheram, os carretéis ficaram em silêncio, as tintas perderam um pouco da cor, o crochê permaneceu encabulado num canto, o bolo perdeu o glacê, a renda perdeu o crivo, e até as agulhas finas e educadas sentiram saudade das mãos que lhes davam vida. Mas artistas como Margarida não partem por inteiro. Ela permanece nos bordados, nos vestidos que encantaram gerações, nas alegorias que ajudaram a construir memórias da cidade, nas receitas feitas com amor, nos trabalhos ensinados a tantas pessoas, nas lembranças da família e dos amigos, e em cada pessoa que aprendeu com ela que a beleza pode nascer das coisas mais simples. Margarida Malheiro não foi apenas uma artista. Ela própria era a obra de arte. E o céu recebeu Margarida, a flor mais bonita do nosso jardim. Certamente, ela está lá, continuando a criar seu universo de arte.
Mirian Gontijo 6/6/2026
Homenagem
Os 90 anos da Dra. Elza de Castro Amorim Silveira
No dia 4 de junho, celebramos os 90 anos de uma patense que é sinônimo de força e pioneirismo: Elza de Castro Amorim Silveira.
Nascida em Patos de Minas em 4/6/1936, filha de Maria Guimarães e Sebastião Amorim, Elza construiu uma trajetória que honra nossa terra. Esposa do saudoso médico Dr. Sandoval José da Silveira, mãe dedicada de 5 filhos, ela soube conciliar família e carreira com maestria.
Foram 30 anos de atuação como advogada criminalista em Patos e região, desbravando um caminho difícil para mulheres no Direito. Com coragem nos tribunais e ética inegociável, abriu portas e fez história. E quem convive com Dona Elza conhece outra faceta: com orgulho e um sorriso no rosto, ela sempre gosta de lembrar que foi Campeã de Natação pelo PTC. No fórum ou na piscina, a determinação foi sempre a mesma. Elza é exemplo de mulher à frente do seu tempo. Patense de fibra, profissional brilhante, mãe, esposa e esportista. Dona Elza, Patos de Minas te aplaude de pé. Que seus 90 anos sejam celebrados com a mesma vitalidade que a senhora nos ensinou a ter.
Parabéns!
https://www.folhapatense.com.br/folha-patense-1712-130626
Páginas 6 e 7
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